Esta é uma visão de trabalho sobre Selank, para quem quer mais que um parágrafo e menos que um manual.
Revisado em 2026-01-12. O que continua em debate é marcado como tal.
Organizou 7 edições especiais para as periódicos científicos e editou 2 livros científicos. Em 2015, lançou como editor permanente séries de livros "Proteomics, Metabolomics, Interactomics and Systems Biology" pela editora Springer (EUA) . Em 2018, foi agraciado com um seed grant do Instituto Serrapilheira . Foi Assessor Docente da Pró-Reitoria de Pesquisa da Unicamp (2017-2021) e Chefe do Departamento de Bioquímica e Biologia Tecidual (2022-2024).
Fontes: pt.wikipedia.org
== Principais achados == Em seu projeto de iniciação científica, Daniel propõe, em dois estudos que a bactéria Xylella fastidiosa tem seu crescimento lento, devido à distribuição randômica de codons em seu genoma . No doutorado, Daniel propõe, através da proteômica, a conexão do metabolismo energético com a disfunção dos oligodendrócitos observados em pacientes com esquizofrenia . Durante o pós-doutorado, explora ainda mais seus achados sobre oligodendrócitos e metabolismo energético em cérebros de pacientes com esquizofrenia e outros tecidos como plasma e soro sanguíneo e líquido cefalorraquidiano . Propõe em uma de suas publicações que o MK-801 (en:Dizocilpine) pode ser usado como um modelo in vitro para a esquizofrenia e que a esquizofrenia se manifesta diferentemente em nível molecular em homens e mulheres . Na University of Cambridge, passa a estudar a depressão mais a fundo . Dentre seus artigos, Daniel estuda as diferenças no metabolismo energético associados aos cérebros dos pacientes com depressão e esquizofrenia . Quando Investigador Principal na Universidade de Munique, reforça que a conexão da disfunção dos oligodendrócitos em pacientes com esquizofrenia se dava devido a disfunções na glicólise . Estes dados apoiados por publicações de outros grupos de pesquisa na revista Nature . Durante a pandemia de COVID-19, Daniel lidera em seu laboratório um estudo pioneiro no mundo que comprova a infecção do cérebro pelo SARS-CoV-2.
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Na UNICAMP, o Laboratório de Neuroproteômica, grupo que Daniel dirige, otimiza métodos para estudos de proteoma e descobre moléculas que podem servir para predizer da resposta à antidepressivos e antipsicóticos .
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Proteômica (português brasileiro) ou Proteómica (português europeu) é uma área da Biologia Molecular, Biologia Celular, Genética e Bioquímica. A Proteômica consiste na análise global e em larga escala dos Proteomas, que são o conjunto de proteínas e suas isoformas expressas em uma amostra biológica, ou seja, em um organismo, tecido, biofluido ou célula. Ela inclui técnicas que permitem identificar, quantificar e estudar a expressão proteica e modificações pós-traducionais das proteínas. Este termo começou a ser utilizado em 1995 para se referir ao complemento de proteínas de um genoma.
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Selank é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Selank apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Selank)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Selank)